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POESIA
Hoje escreverei aqui um poema em homenagem aquelas pessoas que fazem o cotidiando, fazem o mundo andar e que nunca desistem da luta...
AOS TRABALHADORES
Olhos envacelados, o semblante cansado, Um Homem simples. É um herói! um herói humano. Onde cada instante é uma batalha, em sua jornada diaria! Uma batalha sempre vencida... Onde sempre faz sua vida!
Jonathan Magnum Prim

Escrito por jonathan magnum às 20h19
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Lucro: significa ganhar ou perder?
Quem é o verdadeiro culpado pelo aquecimento global?
Segundo o relatório da ONU, divulgado ano passado, a ação humana é a grande responsável pelo aquecimento global. Pois bem, isto quer dizer que a relação do homem com a natureza não é de respeito, de preservação, é uma relação predatória, onde uma árvore significa apenas lucro. O mundo vem sofrendo com a destruição da natureza a cerca de 150 anos, ou mais precisadamente quando o sistema capitalista surgiu, e este sistema tem como objetivo o lucro. Portanto após o surgimento deste sistema é que os recursos passaram a ser usados de forma compulsiva e predatória, levando a degeneração do clima e a uma conseqüente catástrofe ambiental. Se pode concluir então, que o lucro é o responsável pela destruição das florestas e pela poluição do mundo. No Brasil, o aquecimento e a destruição ambiental vem sendo sentidos nos últimos 50 anos, ou seja, desde quando a atividade industrial se desenvolveu em nosso pais. Fica evidente então a relação da destruição dos recursos naturais com o desenvolvimento industrial capitalista. E isto fica mais evidente quando os principais paises capitalistas, que também são os maiores responsáveis pela poluição não cooperam com a diminuição de poluentes de suas empresas, pois poderiam assim prejudicar seus lucros. Cada um de nós tem uma parcela de culpa na destruição ambiental, a destruição das florestas, a poluição dos rios, a queima de combustíveis, a produção de lixos, são apenas alguns exemplos do que esta destruindo nosso planeta. Segundo as ultimas noticias, já é tarde para revertermos o que já foi destruído, porém se cada um de nós mudar nossos hábitos diários e as indústrias se conscientizarem que sãs grandes poluidores, podemos começar a reverter a degeneração do planeta, e isto só será possível com uma mudança radical de cultura e de modo de vida, ou uma mudança de sistema. E em perspectivas futuras, isto esta se tornando cada vez mais impossível.
Escrito por jonathan magnum às 18h46
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A História que não podemos nos esquecer.
O Regime Militar brasileiro, implantado por um golpe de Estado em 1964, durou vinte e um anos e mudou a face do país. Contudo, até hoje suas múltiplas dimensões foram pouco analisadas de forma globalmente articulada e emocionalmente isenta.
A ênfase, como se percebe nos diversos seminários, é somente no aspecto político. Tratou-se, sem dúvida, de um regime autoritário, repressivo e socialmente hierárquico. Derrubando e substituindo o populismo, que se encontrava radicalizado e em crise no início dos anos 1960. Sobre a bandeira do anticomunismo, as forças armadas, como “salvaguardas da nação ameaçada” tomam a frente do processo que culminou no golpe de 1º de abril de 1964.
O dia 1º de Abril é um dia de reflexão e de lembrar dos que já estão quase esquecidos pela sociedade. Há exatos 43 anos o Brasil sofrera com um duro Golpe que abalou as estruturas democráticas nacionais.. O país estava entrando no seu período mais “obscuro”, sombrio, da História. A imprensa não era livre, não se podia discutir política abertamente, o pais vivia sobre Censura, teve o Congresso fechado, quem era contra o regime, era considerado subversivo, ou seja, inimigo do nação. Hoje lembramos os “Anos de Chumbo” e não podemos nos esquecer de quem sofreu na pele as torturas nos porões do DOI CODI, não podemos nos esquecer dos catarinenses que lutaram contra o Regime Militar e foram vitimas da repressão, Rui Pfutzenreuter, Arno Preis, João Batista Pereda e Paulo Stuart Wright, além dos que atualmente podem nos contar o que sofreram na pele com a repressão militar, entre eles destaco os que conheço, Dr. Marlene Soccas, a Professora Derlei De Lucca, e o Sr. Amadeu Luz.
Sem dúvida todos merecem reconhecimento e respeito, pois mesmo com toda a repressão, prisões arbitrarias, assassinatos, torturas, estes e outros catarinenses enfrentaram de peito aberto o Regime, porém sofreram conseqüências drásticas. Hoje são heróis, mas heróis desconhecidos que lutam pelo reconhecimento dos que sofreram com a Ditadura Militar.
Neste dia, devemos lembrar de todos os Brasileiros que de uma forma ou de outra lutaram contra a repressão, todos os brasileiros que perderam sua vida, lembrar dos que ainda lutam pelas indenizações e pelo reconhecimento, vamos lembrar também do ex-deputado Carlos Marighella, do capitão Carlos Lamarca, mortos pelo regime, dos intelectuais, artistas e políticos que foram exilados, enfim de todos que resistiram a Ditadura.
E devemos lembrar ainda dos militares, policiais, agentes, que torturaram, mataram, perseguiram e nunca foram julgados pelos crimes cometidos.
Escrito por jonathan magnum às 08h12
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Imprensa: instrumento ideológico Lédio Rosa de Andrade
A liberdade de imprensa, um princípio democrático, por vezes se transforma em veículo de abuso de poder, gerando massificação, manipulação ideológica, disseminação de valores de subjugação e, até mesmo, interferência direta nas relações políticas. Nestas condições, ela é substituída pela liberdade de empresa, e o resultado é um desserviço à democracia.
A contradição se constrói quando as constituições democráticas que asseguram a liberdade de imprensa permitem que grupos privados controlem as grandes corporações de mídia. Empresários, em nome da liberdade, utilizam a comunicação para atingir seus interesses privados, afinados com a lógica dominante do sistema capitalista. A notícia veiculada não é o real, mas uma versão deste, construída com um fim determinado. O processo de direcionamento inicia com a escolha daquilo que será, ou não, notícia, vale dizer, a seleção da pauta. Desde a captação das informações até o formato da sua exibição, os fatos sofrem uma adaptação ideológica, ocorrendo ocultação de algumas informações e destaque de outras.
A revista Veja, por exemplo, na realização dos Fóruns Sociais, fato noticiado nas capas de jornais e revistas em todo o planeta, reduz sua importância a uma pequena notícia, destacando temas banais, praticando o que se conhece no meio jornalístico como "espiral do silêncio". Até a expressão facial e a entonação de voz com que os apresentadores dos jornais da Rede Globo transmitem uma notícia servem para causar determinados efeitos na população. A morte de uma criança de classe média por criminosos é transformada em espetáculo de violência, enquanto a morte diária de várias outras, causadas pela miséria, nem sequer gera notícia. A mídia fragmenta, distorce e neutraliza a diferença entre os desiguais.
Nos primórdios da imprensa em nosso país, as diversas linhas editoriais e ideologias concorriam com a mesma estrutura de produção, e a população tinha direito de escolha entre diferentes posicionamentos. Atualmente, em conseqüência da avançada tecnologia de comunicação, só os grandes grupos têm acesso aos mais potentes meios de coleta, edição e transmissão de informações, monopolizando as mais atraentes formas de seduzir o público. No Brasil, o resultado foi a concentração da grande mídia nas mãos de tão-só nove famílias.
O quadro se agrava pela característica do povo brasileiro em geral, de não ter na leitura um costume, predominando a visão de mundo construída a partir das informações orais e visuais, o que faz do rádio e da televisão os principais portadores da verdade.
Hoje se confunde a liberdade da imprensa de investigar, denunciar e criticar, com a liberdade dos empresários de usar o poder da comunicação em benefício de alguns setores da sociedade.
Censura, jamais. Descentralização do poder da imprensa é condição necessária à substituição das atuais plutocracias por democracias populares.
Escrito por jonathan magnum às 08h12
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Lucro: significa ganhar ou perder?
Segundo o relatório da ONU, divulgado nesta sexta (02), a ação humana é a grande responsável pelo aquecimento global. Pois bem, isto quer dizer que a relação do homem com a natureza não é de respeito, de preservação, é uma relação predatória, onde uma árvore significa apenas lucro. O mundo vem sofrendo com a destruição da natureza a cerca de 150 anos, ou mais precisadamente quando o sistema capitalista surgiu, e este sistema tem como objetivo o lucro. Portanto após o surgimento deste sistema é que os recursos passaram a ser usados de forma compulsiva e predatória, levando a degeneração do clima e a uma conseqüente catástrofe ambiental. Se pode concluir então, que o lucro é o responsável pela destruição das florestas e pela poluição do mundo. No Brasil, o aquecimento e a destruição ambiental vem sendo sentidos nos últimos 50 anos, ou seja, desde quando a atividade industrial se desenvolveu em nosso pais. Fica evidente então a relação da destruição dos recursos naturais com o desenvolvimento industrial capitalista. E isto fica mais evidente quando os principais paises capitalistas, que também são os maiores responsáveis pela poluição não cooperam com a diminuição de poluentes de suas empresas, pois poderiam assim prejudicar seus lucros. Cada um de nós tem uma parcela de culpa na destruição ambiental, a destruição das florestas, a poluição dos rios, a queima de combustíveis, a produção de lixos, são apenas alguns exemplos do que esta destruindo nosso planeta. Segundo as ultimas noticias, já é tarde para revertermos o que já foi destruído, porém se cada um de nós mudar nossos hábitos diários e as indústrias se conscientizarem que sãs grandes poluidores, podemos começar a reverter a degeneração do planeta, e isto só será possível com uma mudança radical de cultura e de modo de vida, ou uma mudança de sistema. E em perspectivas futuras, isto esta se tornando cada vez mais impossível.
Escrito por jonathan magnum às 09h08
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ALERTA GERAL: O mundo já está sofrendo com o aquecimento global
Como é típico do seres humanos, o mundo acordou agora, um tanto atrasado, para o aquecimento global: no momento em que a água começa bater no joelho. Literalmente. Basta ligar a TV e prestar atenção às notícias diárias: enchentes, expansão de desertos, incêndios provocados pela seca e nevascas fortíssimas. Precisamos abrir os olhos, cobrar ações efetivas das autoridades e evitar danos maiores para nosso futuro.
Falando em consequências, no Brasil o cenário de mudanças climáticas é bem explícito:
• Atualmente, somos o quarto maior colaborador para o aquecimento global do mundo; • O desmatamento da Amazônia é responsável por 75% da emissão brasileira de gases; • Em 2070, nesse ritmo, a floresta amazônica poderá se transformar num grande cerrado.
Mas, além das consequências, é preciso cuidar também das causas! Por isso, vamos exigir a adoção de medidas contra o aquecimento global. Além do governo, você também pode contribuir fazendo a sua parte:
• Economize energia elétrica: não guarde alimentos quentes na geladeira, use lavagem a frio na máquina de lavar, troque lâmpadas incandescentes por fluorescentes; • Dispense sempre que puder os saquinhos plásticos, e quando não for possível, reutilize-os para armazenar o lixo; • Separe os materiais recicláveis e incentive a coleta seletiva no seu condomínio, bairro ou cidade; • Use sempre materiais de limpeza biodegradáveis; • Ao comprar produtos de madeira, verifique sempre a origem e exija o selo FSC; • Peça e ofereça carona, além de divertido, você contribui para diminuir a poluição.
fonte: GreenPeace
Escrito por jonathan magnum às 08h23
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Fórum Social Mundial começa no sábado em Nairóbi
Começa neste sábado a sétima edição do Fórum Social Mundial. Perdido o caráter de novidade, o evento fermenta quase sem cobertura da mídia. O encontro vai até o dia 25 de janeiro.
O FSM, que começou em Porto Alegre, este ano acontece em Nairóbi, no Quênia. A organização espera receber 100 mil pessoas na cidade africana. O mote segue o mesmo dos outros seis encontros: "Um outro Mundo é possível". Se concretizado, o número é uma queda em relação às últimas três edições. Em 2006, quando o FSM foi "policêntrico" (Venezuela, Paquistão e Mali), estiveram presentes ao todo 127 mil pessoas. Nos anos anteriores foram 155 mil no Brasil e 115 mil na Índia. Na primeira edição do Fórum, em 2001, no Brasil, foram 20 mil participantes.
Mais de mil atividades - entre palestras, apresentações de documentários e grupos de trabalho e outras - estão programadas focando 12 temas escolhidos pelo participantes: HIV-AIDS, Questões relativas à mulher, Privatização de bens comuns, Os sem-terra, Paz e conflito, Migração e diáspora, Memória de pessoas e de lutas, Juventude, Dívida, Acordos de livre comércio, Trabalho e Moradia. ONGs, coletivos de luta e entidades diversas de mais de cem países enviarão delegações, segundo a organização. A programação completa está no site http://www.wsf2007.org.
Fonte: Terra Magazine
Na foto eu na edição de 2005 do FSM em Porto alegre

Escrito por jonathan magnum às 10h30
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Meu Blog
Este Blog tem como objetivo criar uma discusão sobre assuntos referentes ao nosso cotidiano, além de ser um espaço de difusão de artigos, comentários e pensamentos referentes a atualidade, politica, História e outros temas.

Escrito por jonathan magnum às 16h07
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